A ideia é simples! Transformar um blog num programa áudio para podcasting! O Folha do Tejo convidou “O Argonauta” para o fazer! Aqui fica a primeira emissão de “O Argonauta”.
Posted by A Redacção on fevereiro 23, 2006 02:52 PM|Permalink
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«Tudo menos Tony Carreira» era apenas uma provocaçãozinha inocente, transformada em slogan, devido ao episódio que lá relato. Se ouvirem o programa, verão que tenho o cuidado - como outros não têm - de não ofender ninguém. Concordo que o fenómeno (social) merece ser analisado, mas o meu universo de escolhas está muito longe dessa... Obrigado por ouvirem!
Match Point é o melhor Woody Allen desde o tempo em que Dianne Keaton era thirty-something.
A carnuda Scarlett ajuda muita.
Tal como já tinha mexido connosco em Lost in Translation.
Mesmo uma mulher que não é homo fica a interrogar-se...
Dee Dee Bridgwater esta noite no CCB.
Cecilia Bartoli outro dia no CCB.
Lisboa é um lugar.
Pena que Évora (onde vivo) tenha espaços - mas por preencher.
Walk the Line seria vulgar se não fosse Joaquin Phoenix.Voz, rosto e gestos definem o génio. Impressionante. É um actor soberbo, um grande que já fica a marcar o sec XXI no cinema.
O que me surpreende em Match Point é o desaparecimento quase total do estilo comédia fina que habita o cinema de Woody Allen.
Em alternativa temos o ambiente de tragédia clássica.
Gostava de ouver o Woody Allen a falar sobre isto.
Paulo,
Évora terá o privilégio de ser a primeira cidade (depois de Lisboa) a assistir a um concerto come-back de uma das bandas de que falo no programa: os grandes POP DELL'ARTE. É quarta-feira dia 1, no Garcia de Resende. Eu passo lá o fim de semana, mas tenho de me vir embora na véspera :(
O que vale é que já os vi, recentemente, no Fórum Lisboa e no Lux... ;)
Brokeback Mountain: demasiado oportunamente correcto.
Gostava k ñ fosse o campeão dos oscares.
Capote já está em Portugal? Vejo-o hoje em Genéve e comento amanhã.
Gostava que o argonauta passasse a ser regular e mostrasse aos ouvidos que estão fora os sons da música que estão a fazer em Portugal.
J. Lomelino de Freitas, 35 anos- Engenheiro Nuclear - Centre Européen de Recherche Nucleaire
discordo da opinião do Lomelino sobre Brokeback Mountain.O Heath Ledger está estupendo. O Jake Gyllenhaal também vai muito bem. A cena, quase final, em que Ennis (Ledger) visita a casa da família Twist, é do melhor que a temporada deu até agora.
J Lomelino,
o Brokeback M é o próximo filme que o Argonauta quer ver no cinema.
Capote estreou ontem.
Quanto ao resto, posso garantir que O Argonauta partilha esse desejo de regularidade, e estará atento às músicas feitas em Portugal. No 1º programa só houve tempo para um clássico (alternativo), mas é minha vontade ter sempre, pelo menos, uma presença musical portuguesa.
Clara, a esses nomes que referes, podíamos juntar, pelo menos - na música - os brilhantes Michael Stipe (REM), Stephin Merritt (Magnetic Fields), Rufus Wainwright e Antony and the Johnsons. Todos eles fazem parte das escolhas d'O Argonauta.
Fui ver CAPOTE de Benett Miller e fiquei muito agradavelmente envolvido.
O filme não faz o percurso convencional de uma bio do escritor tão brilhante quanto carismático e provocador, alcoólico, drogado, mulherengo e homossexual.
Incide num episódio específico da sua vida,quando escritor lê a noticia da morte violenta de toda a família Clutter num local da Virginia, detonante do que depois veio a ser o seu romance clássico A SANGUE FRIO.
É a história contada num filme dotado com a extraordinária interpretação de Philip Seymour Hoffman no papel de Truman Capote. Interpretação penetrante que lhe vai seguramente dar o Oscar de melhor actor.
Absolutamente a ver.
Apesar de tudo, gostei do Brokeback Mountain. Não acho que a realização seja fabulosa, não acho que a fotografia seja genial, a luz deixa muito a desejar e a primeira parte do filme é um pastelão. Mas, apesar de tudo, gostei do filme. As interpretações são boas e o argumento dá para pensar em duas ou três coisas, para além do evidente:
Há mulheres que aguentam casamentos falhados por dependência emocional e/ou financeira.
Há homossexuais homofóbicos, com preconceitos em relação a eles próprios.
Somos todos egoístas. Para quem já viu o filme: colocando-se no papel de Ennis Del Mar quem voltaria a casa dos pais de Jack Twist? A mãe pediu-lhe que regressasse, mas o pai não gostava de Ennis. Mesmo tendo em conta a felicidade da senhora, eu não teria o altruísmo suficiente para lá voltar a pôr os pés, dado o ódio do pai.
É de ir ver a exposição de esculturas e desenhos de ângelo de Sousa no CAM da Gulbenkian em Lisboa.
São traços, rabiscos, formas, desconstruções que explicam uma construção do mundo.
Sei que há muito quem goze com a arte contemporânea e até a moderna.
Mas quando se salta a barreira fica-se com mais mundo.É tentar...
Transamerica está despercebido nos cinemas. é um filme a ver.
"Transamerica" é um veículo concebido para fazer brilhar uma actriz, Felicity Huffman, uma das estrelas da série televisiva, "Desperate Housewives", salientando a sua versatilidade, no papel de um transexual (Bree Osborne) que, enquanto se prepara psicologicamente para a operação, descobre que é pai de um jovem problemático. Este artifício de argumento encaixa num curioso aparato de "road movie": Bree e o filho, Toby, que só tarde descobre a condição sexual e a paternidade da mulher, disfarçada de benemérita religiosa, embarcam numa viagem de costa a costa, entre Nova Iorque e Los Angeles, com paragens em locais míticos do percurso, o Missouri, onde o jovem fora criado (e abusado sexualmente pelo padrasto), o Texas e o Arizona, local de origem de Bree, entretanto confrontado com o passado na figura de uma mãe possessiva e de um pai fraco.
Tal sinopse breve dá o sentido correcto à intervenção que o filme para si requer: pegar num imaginário transgressivo e apresentá-lo, cuidadosamente, sob o manto diáfano da fantasia e do melodrama psicologista.
Obrigatório, absolutamente obrigatório ver é AZUL A CORES.
Teatro, no Trindade, em Lisboa.
AZUL A CORES é um espectáculo sobre o fim do amor onde, todas as noites, os actores inventam um novo rumo para uma mesma história. O espectáculo não tem encenação e a única regra é o conflito aberto entre duas personagens.
Atravessei a velha ponte sobre o Tejo, entrei na auto-estrada, saí antes das portagens na direcção Sesimbra/Azeitão, apanhei a N10 na direcção de Azeitão, fui sempre em frente, passei Brejos de Azeitão, virei à direita na direcção de Sesimbra, andei mais quatro quilómetros e finalmente encontrei a modernidade na cozinha portuguesa.
Poucas vezes me lembro de ter ficado tão entusiasmado com um restaurante quanto este Quinta de Catralvos, do chefe Luís Baena, aberto em Setembro. Em Portugal ou no estrangeiro. É uma cozinha que integra de forma espantosa a qualidade dos produtos (muitos inclusive de origem certificada), uma exímia técnica culinária, uma criatividade que convive com a memória dos sabores e pratos soberbamente apresentados, que tiram total partido do lado alegre e lúdico da comida, que nos surpreendem do princípio ao fim.
(Exemplo sucinto: uma massa de bola-de-berlim [memória] com recheio de mariscos [qualidade do produto], numa combinação em que o salgado nos surpreende porque o nosso cérebro espera o doce. Tudo perfeitamente cozinhado, com todos os sabores a evidenciarem-se.)
argonautas de todos os costados, corram a lisboa, vão ao ccb e vejam grande arte na exposição FRIDA KAHLO no CCB... Imperioso...Imperdível..muitas FOLHAs de grande arte ao lado DO TEJO...
Então bão a trazem para aqui??'
Comments
waw! surprendente experimentalismo radionauta musical! waw!!!!!!!
Posted by: vera | fevereiro 23, 2006 06:35 PM
Pois tudo menos Tony Carreira. Mas podemos estudar o fenómeno que enche o Pavilhão de Bercy!
Posted by: Celso | fevereiro 23, 2006 06:41 PM
«Tudo menos Tony Carreira» era apenas uma provocaçãozinha inocente, transformada em slogan, devido ao episódio que lá relato. Se ouvirem o programa, verão que tenho o cuidado - como outros não têm - de não ofender ninguém. Concordo que o fenómeno (social) merece ser analisado, mas o meu universo de escolhas está muito longe dessa... Obrigado por ouvirem!
Posted by: O-Argonauta | fevereiro 23, 2006 08:50 PM
Match Point é o melhor Woody Allen desde o tempo em que Dianne Keaton era thirty-something.
A carnuda Scarlett ajuda muita.
Tal como já tinha mexido connosco em Lost in Translation.
Mesmo uma mulher que não é homo fica a interrogar-se...
Posted by: Sara | fevereiro 24, 2006 09:04 AM
Dee Dee Bridgwater esta noite no CCB.
Cecilia Bartoli outro dia no CCB.
Lisboa é um lugar.
Pena que Évora (onde vivo) tenha espaços - mas por preencher.
Posted by: Paulo Maceira | fevereiro 24, 2006 09:08 AM
Boa notícia, este regresso do Argonauta em versão bom dia boa tarde ou boa noite! Melhor! Muito melhor ainda!
Posted by: Sara | fevereiro 24, 2006 09:16 AM
Walk the Line seria vulgar se não fosse Joaquin Phoenix.Voz, rosto e gestos definem o génio. Impressionante. É um actor soberbo, um grande que já fica a marcar o sec XXI no cinema.
Posted by: Anabela | fevereiro 24, 2006 10:07 AM
O que me surpreende em Match Point é o desaparecimento quase total do estilo comédia fina que habita o cinema de Woody Allen.
Em alternativa temos o ambiente de tragédia clássica.
Gostava de ouver o Woody Allen a falar sobre isto.
Posted by: Mark | fevereiro 24, 2006 10:19 AM
Bom dia-boa tarde-boa noite! Já era hora de se discutir estas coisas na Folha do Tejo...
Match Point é intenso, por vezes sufocante, e surpreende por ser totalmente diferente do que estávamos habituados em mestre Allen.
Scarlett é uma diva, mas neste filme as minhas preferências vão para a doce Emily Mortimer, que faz de esposa do protagonista...
ps - obrigado por ouvirem e comentarem!
Posted by: O-Argonauta | fevereiro 24, 2006 10:33 AM
Paulo,
Évora terá o privilégio de ser a primeira cidade (depois de Lisboa) a assistir a um concerto come-back de uma das bandas de que falo no programa: os grandes POP DELL'ARTE. É quarta-feira dia 1, no Garcia de Resende. Eu passo lá o fim de semana, mas tenho de me vir embora na véspera :(
O que vale é que já os vi, recentemente, no Fórum Lisboa e no Lux... ;)
Posted by: O-Argonauta | fevereiro 24, 2006 10:36 AM
Brokeback Mountain: demasiado oportunamente correcto.
Gostava k ñ fosse o campeão dos oscares.
Capote já está em Portugal? Vejo-o hoje em Genéve e comento amanhã.
Posted by: J Lomelino de Freitas | fevereiro 24, 2006 11:15 AM
Gostava que o argonauta passasse a ser regular e mostrasse aos ouvidos que estão fora os sons da música que estão a fazer em Portugal.
J. Lomelino de Freitas, 35 anos- Engenheiro Nuclear - Centre Européen de Recherche Nucleaire
Posted by: J Lomelino de Freitas | fevereiro 24, 2006 11:19 AM
discordo da opinião do Lomelino sobre Brokeback Mountain.O Heath Ledger está estupendo. O Jake Gyllenhaal também vai muito bem. A cena, quase final, em que Ennis (Ledger) visita a casa da família Twist, é do melhor que a temporada deu até agora.
Posted by: Anabela | fevereiro 24, 2006 11:49 AM
J Lomelino,
o Brokeback M é o próximo filme que o Argonauta quer ver no cinema.
Capote estreou ontem.
Quanto ao resto, posso garantir que O Argonauta partilha esse desejo de regularidade, e estará atento às músicas feitas em Portugal. No 1º programa só houve tempo para um clássico (alternativo), mas é minha vontade ter sempre, pelo menos, uma presença musical portuguesa.
Posted by: O-Argonauta | fevereiro 24, 2006 11:54 AM
Ou me engano muito ou Capote vai resuscitar um escritor e uma moda. É curiosa a vaga homossexual no cinema US: Brokeback, Capote...
Posted by: Clara que sou Chiara | fevereiro 24, 2006 12:36 PM
Clara, a esses nomes que referes, podíamos juntar, pelo menos - na música - os brilhantes Michael Stipe (REM), Stephin Merritt (Magnetic Fields), Rufus Wainwright e Antony and the Johnsons. Todos eles fazem parte das escolhas d'O Argonauta.
Posted by: O-Argonauta | fevereiro 24, 2006 01:08 PM
Fui ver Munique, de Spielberg.
Boa intenção mas filme muito abaixo doe que Spielberg sabe fazer.
Posted by: Leonor R Melo | fevereiro 24, 2006 06:13 PM
Fui ver CAPOTE de Benett Miller e fiquei muito agradavelmente envolvido.
O filme não faz o percurso convencional de uma bio do escritor tão brilhante quanto carismático e provocador, alcoólico, drogado, mulherengo e homossexual.
Incide num episódio específico da sua vida,quando escritor lê a noticia da morte violenta de toda a família Clutter num local da Virginia, detonante do que depois veio a ser o seu romance clássico A SANGUE FRIO.
É a história contada num filme dotado com a extraordinária interpretação de Philip Seymour Hoffman no papel de Truman Capote. Interpretação penetrante que lhe vai seguramente dar o Oscar de melhor actor.
Absolutamente a ver.
Posted by: J Lomelino de Freitas | fevereiro 26, 2006 11:37 AM
Apesar de tudo, gostei do Brokeback Mountain. Não acho que a realização seja fabulosa, não acho que a fotografia seja genial, a luz deixa muito a desejar e a primeira parte do filme é um pastelão. Mas, apesar de tudo, gostei do filme. As interpretações são boas e o argumento dá para pensar em duas ou três coisas, para além do evidente:
Há mulheres que aguentam casamentos falhados por dependência emocional e/ou financeira.
Há homossexuais homofóbicos, com preconceitos em relação a eles próprios.
Somos todos egoístas. Para quem já viu o filme: colocando-se no papel de Ennis Del Mar quem voltaria a casa dos pais de Jack Twist? A mãe pediu-lhe que regressasse, mas o pai não gostava de Ennis. Mesmo tendo em conta a felicidade da senhora, eu não teria o altruísmo suficiente para lá voltar a pôr os pés, dado o ódio do pai.
Posted by: Bárbara | fevereiro 26, 2006 11:25 PM
É de ir ver a exposição de esculturas e desenhos de ângelo de Sousa no CAM da Gulbenkian em Lisboa.
São traços, rabiscos, formas, desconstruções que explicam uma construção do mundo.
Sei que há muito quem goze com a arte contemporânea e até a moderna.
Mas quando se salta a barreira fica-se com mais mundo.É tentar...
Posted by: Anabela | fevereiro 27, 2006 10:52 AM
gostei muito da emissão, Argonauta!
:o)
e por falar em cinema:
http://www.kinoparadiso.blogspot.com/
;o)
beijos e abraços
Posted by: lia | fevereiro 27, 2006 02:28 PM
Transamerica está despercebido nos cinemas. é um filme a ver.
"Transamerica" é um veículo concebido para fazer brilhar uma actriz, Felicity Huffman, uma das estrelas da série televisiva, "Desperate Housewives", salientando a sua versatilidade, no papel de um transexual (Bree Osborne) que, enquanto se prepara psicologicamente para a operação, descobre que é pai de um jovem problemático. Este artifício de argumento encaixa num curioso aparato de "road movie": Bree e o filho, Toby, que só tarde descobre a condição sexual e a paternidade da mulher, disfarçada de benemérita religiosa, embarcam numa viagem de costa a costa, entre Nova Iorque e Los Angeles, com paragens em locais míticos do percurso, o Missouri, onde o jovem fora criado (e abusado sexualmente pelo padrasto), o Texas e o Arizona, local de origem de Bree, entretanto confrontado com o passado na figura de uma mãe possessiva e de um pai fraco.
Tal sinopse breve dá o sentido correcto à intervenção que o filme para si requer: pegar num imaginário transgressivo e apresentá-lo, cuidadosamente, sob o manto diáfano da fantasia e do melodrama psicologista.
Posted by: vera | fevereiro 28, 2006 10:29 AM
Obrigatório, absolutamente obrigatório ver é AZUL A CORES.
Teatro, no Trindade, em Lisboa.
AZUL A CORES é um espectáculo sobre o fim do amor onde, todas as noites, os actores inventam um novo rumo para uma mesma história. O espectáculo não tem encenação e a única regra é o conflito aberto entre duas personagens.
Posted by: vera | fevereiro 28, 2006 10:31 AM
Brokeback Mountain veio derrubar alguns dos preconceitos que ainda existiam contra os cowboys.
Posted by: Anonymous | fevereiro 28, 2006 11:13 PM
Munique? Munique é para meninas. Munique é um filme da Walt Disney quando comparado com Syriana.
Posted by: Anonymous | fevereiro 28, 2006 11:15 PM
Pois é fixe. Parabéns e boa noite.
Posted by: Popper | março 1, 2006 12:06 AM
(de volta do fim de semana prolongado)
Capote e Brokeback Mountain são, definitivamente, os filmes que O Argonauta quer ver, logo que tenha um tempinho disponível.
Obrigado pelas palavras simpáticas que aqui têm deixado...
Posted by: O-Argonauta | março 1, 2006 04:38 PM
Atravessei a velha ponte sobre o Tejo, entrei na auto-estrada, saí antes das portagens na direcção Sesimbra/Azeitão, apanhei a N10 na direcção de Azeitão, fui sempre em frente, passei Brejos de Azeitão, virei à direita na direcção de Sesimbra, andei mais quatro quilómetros e finalmente encontrei a modernidade na cozinha portuguesa.
Poucas vezes me lembro de ter ficado tão entusiasmado com um restaurante quanto este Quinta de Catralvos, do chefe Luís Baena, aberto em Setembro. Em Portugal ou no estrangeiro. É uma cozinha que integra de forma espantosa a qualidade dos produtos (muitos inclusive de origem certificada), uma exímia técnica culinária, uma criatividade que convive com a memória dos sabores e pratos soberbamente apresentados, que tiram total partido do lado alegre e lúdico da comida, que nos surpreendem do princípio ao fim.
(Exemplo sucinto: uma massa de bola-de-berlim [memória] com recheio de mariscos [qualidade do produto], numa combinação em que o salgado nos surpreende porque o nosso cérebro espera o doce. Tudo perfeitamente cozinhado, com todos os sabores a evidenciarem-se.)
Posted by: Paulo Taí | março 2, 2006 09:08 AM
argonautas de todos os costados, corram a lisboa, vão ao ccb e vejam grande arte na exposição FRIDA KAHLO no CCB... Imperioso...Imperdível..muitas FOLHAs de grande arte ao lado DO TEJO...
Então bão a trazem para aqui??'
Posted by: fridada vera | março 3, 2006 07:11 PM
O apresentador Jon Stewart vai ser um espectáculo logo dentro do espectáculo dos Óscares
Posted by: Leonor | março 5, 2006 11:22 AM
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Posted by: google pr main | abril 9, 2006 08:33 PM
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