Os dois candidatos presidenciais da área socialista, Manuel Alegre e Mário Soares, trocam de posição na terceira das sondagens diárias da Marktest para o DN e a TSF, que é hoje publicada, ao terem respectivamente 13,9% e 13,5% das intenções de voto dos portugueses.
Em 2006 o preço do petróleo vai determinar a carburação da Economia Global mas o factor mais influente na vida do planeta será neste ano e nos próximos o alastrar da China como potência imperial. Sílvia Goes
Cresce nos blogues e nos jornais, o enfado enorme que atravessa os comentários sobre estas eleições. Resta saber se haveria o mesmo enfado se não fosse esperado que Cavaco as ganhasse. Mas este enfado gigantesco é mais uma vez a medida da superficialidade com que as eleições presidenciais são observadas, e a tendência para repetir por ciclos os lugares comuns que se tornam dominantes. Pack journalism no seu pior.
E no entanto... estas eleições são muito mais interessantes do que parecem, muito mais importantes do que se imagina. Elas mexem fundo no sistema político-partidário, nos partidos, nos grupos dentro dos partidos, nas personalidades. Muita coisa vai começar, alguma está a acabar de forma inesperada. Muitas perguntas permanecem por responder. Por que razão Cavaco chegou, viu e vai vencer? Não é tão evidente como parece. Por que razão Soares não gerou o efeito que claramente esperava (e muitos comentadores com ele) e passou de "pai da pátria a mau da fita"? Que fazem Sócrates, Marques Mendes, Portas, nesta fita? Que futuro para cada um deles numa ecologia "cavaquista" na Presidência? Por que razão a esquerda se fragmentou e não conseguiu somar os seus eleitorados como lhe era prometido nos primeiros dias da campanha (bem sei que é arqueologia, mas convém perceber como as razões de legitimação “técnicas” das candidaturas eram débeis)? Por que razão não se conseguiu instituir o dilema esquerda / direita nestas eleições, como de algum modo já acontecera de forma menos evidente nas legislativas, e parecia dominar a política portuguesa desde o fim de Guterres? Como conviverá o Primero-Ministro, o Governo e o PS, cada um ao seu modo, com um presidente com forte legitimidade política, em particular se for eleito à primeira volta?
Tanta coisa por definir depois de 22 de Janeiro, que só os desatentos podem estar enfadados. Ou aqueles para quem a política tem interesse quando ganham e perde-o quando perdem.
É tempo de o povo proclamar que não aceita mais este Procurador e esta Justiça que não dá confiança. Mude-se tudo.Estes espaços da internet são importantes para a intervenção cidadã.
Estou a visitar vosso site acompanhando a recommendaçao elogiosa que ouço na rádio portuguesa na Alemanha.Concordo ser interesstante em assuntos mas registro que as rubricas são com falta de critério pois vejo a rubrica factual escondendo lá dentro temas muito bons para estudantes portugueses como a reportagem no local de nascimento de José Saramago ou o fado de Portugal mas na main page destacam uma não assim interessante reportagem de viagem na Madeira. Também registro que muitas vozsas rubricas como essa de factual não oferecem espaço para o comentário que os visitadores queirem fazer. Devem melhorar esse capítulo do vosso interessante site.
Caro Luís, o site Wiki que visitou onde se encontra o trabalho final dos formandos do curso de iniciação ao jornalismo (F)actual, existe um separador na parte superior da página que diz “discussion”, pode deixar lá o seu comentário se carregar no botão que diz edit. Contudo aviso que no Wiki qualquer pessoa pode apagar o seu comentário, porque qualquer pessoa pode editar os comentários. Se tiver dificuldade siga este link:
O mordomo da administração do eng. Sócrates, Fernando Teixeira dos Santos, economista por fervor académico e ministro por ofício, veio em declarações seráficas contar aos indígenas que "em 2015 o fundo de estabilização financeira da Segurança Social deixará de ter dinheiro para pagar as reformas". Tal episódio público, assim patenteado pelo douto ministro, provocou uma ponderosa jericada na populaça lusa - na altura em recolhimento & consolo agradecido sobre a futura prosperidade cavaquista (que vem já a seguir ... evidentemente) - logo seguida de pânico. Não houve um só nativo que, piedosamente, não fizesse a sua genuflexão patriota. Por um momento, e no mais concorrido preito jamais feito aos vários ministros das Finanças do reyno, cidadãos exemplares, em remorso financeiro, desocuparam o enérgico debate das noviciadas contratações do Glorioso SLB, saíram em mansidão do putativo casamento de César Peixoto contra Isabel Figueira e desbastaram três poesias gnómicas de Manuel Alegre. Muito bem! O povo, como se sabe, é sereno.
Ébrios de informação presidencial, os indígenas seguiram imediatamente a desejada explicação do candidato Cavaco Silva sobre tão notável questão. Debalde! Como se sabe, a opiniosa protestação do futuro presidente é tarefa espinhosa de se sintetizar. As mazelas financeiras não pertencem ao seu universo presidencial. Na sua falta (a autoridade do senhor Silva, ao fim de 10 anos, tem agora outras sonoridades), os mestres de fé da cartilha liberal aguçaram as esferográficas. Não saiu nada. A tinta enrugou, de pasmo e vergonha. E lá correram os nossos liberais indígenas, apressados, de regresso à bicha cavaquista para o dia 22 de Janeiro. Entretanto a multidão obscura, em estratégia de sobrevivência ao pavoroso Socratismo, sopra impaciente. E evidentemente, os sindicatos, quais rouxinóis em primavera farta, ensaiam o conhecido "no pasa nada". Vaticínio espantoso. Um must.
O que neste momento surge como estimulante e interessante não é prospectivar as manobras que o próximo senhor presidente da República irá ensaiar com o fito de suscitar o bom governo da pátria, mas, ao invés, perceber as artes pelas quais o senhor primeiro-ministro conseguirá remeter o chefe de Estado, em caso de desmando coreográfico, à sua condição convencional e ornamental - leia-se: constitucional. Porque a garraida circense, essa, desgraça, parece que é certa e para continuar. Até ao fim. Da paciência.
ESCREVEM AQUI SOBRE O PACHECO PEREIRA E EU GOSTAVA QUE ELE FOSSE O PRESIDENTE COM A MANUELA FERREIRA LEITE COMO VICE, O SÓCRATES COMO 1º MINISTRO E O MARCELO COMO PROCURADOR DA REPÚBLICA.
Eu antes kero o Soares para m ver livre de todos estes. Se fôr o Soares o máximo k ele fica é 5 anos pk depois estará a modos k alzheimer. E daki a 5 anos nem o Cavaco nem o Alegre terão cara para voltar e terá de vir outra gente mas nem Durão nem Guterres. Se calhar o Santana para presidente até dá. Ou uma mulher como a Elisa Ferreira ou a Leonor Beleza.
Presidente há só um o Vieira e mais nenhum. O glorioso SLB é uma nação.Vamos a Portugal para ver o Liverpool ser comido às postas. Cozido à portuguesa.
Olhem, o melhor deve ser por a Fátima Felgueiras a presidente, o Isaltino a primeiro ministro, o Valentim na justiça, o VAle e Azevedo nas finanças e o Pinto da Costa nos Negócios Internos
Os resultados da sondagem Folha do Tejo oferecem material para reflexão. O grande impacto do voto em branco reflecte a grande insatisfação - de quem? Presume-se que os habitantes deste planeta Folha do Tejo sejam a geralção do futuro. Dá para análise social e política.
Devia haver um debate sobre a vontade dos que que v~eem na Folha do Tejo um porta voz. Nós somos o futuro e queremos outra gente e outra geração de leaders. Em Setembro na Alemanha as sondagens diziam que Angela Merkel ganhava com mais de 10% de avanço depois foi à tangentinha. Mobilizem-se em Portugal para votar em novo.
Por favor não deixem de votar nas Presidênciais. Mesmo que estejam baralhadinhos (como eu), que os candidatos pareçam demasiados (como a mim me parecem), que chovam cântaros dos céus, ou que faça um sol de Janeiro desgraçado. Estas eleições parecem nada mas simbolicamente são muito.
Comments
60% do país vota Cavaco.Não dou Cavaco a esse pessoal. Passem a mensagem.
Posted by: artemisa sousa lopes | janeiro 10, 2006 12:25 AM
Pois bem! então vote na nulidade de ideias e ideais! Vote nas guerrinhas pessoais! Vote num sistema politico destrutivo e ganancioso!
Posted by: Martins | janeiro 10, 2006 01:21 AM
O Sr. Duarte tem uma independência que saúdo. Podiam escrever sínteses dos vossos comentários e pô-los no site.
Posted by: carlos j arsénio | janeiro 10, 2006 11:49 AM
Os dois candidatos presidenciais da área socialista, Manuel Alegre e Mário Soares, trocam de posição na terceira das sondagens diárias da Marktest para o DN e a TSF, que é hoje publicada, ao terem respectivamente 13,9% e 13,5% das intenções de voto dos portugueses.
Posted by: SAUL FIGUEIRA | janeiro 11, 2006 03:35 PM
BENFICA MARCA - GOLO DE TIRAÇO DE LAURENT ROBERT COM O PÉ ESQUERDO APÓS CALCANHAR DE SIMÃO AOS 20' DO SEGUNDO TEMPO.
O TORIZENSA RESISTIU UMA HORA!
Posted by: SAUL | janeiro 11, 2006 03:56 PM
Em 2006 o preço do petróleo vai determinar a carburação da Economia Global mas o factor mais influente na vida do planeta será neste ano e nos próximos o alastrar da China como potência imperial. Sílvia Goes
Posted by: Sílvia Goes | janeiro 12, 2006 11:56 AM
12.1.06
10:06 (JPP)
COISAS COMPLICADAS
Donald Judd
09:59 (JPP)
EARLY MORNING BLOGS 706
The Snow Man
One must have a mind of winter
To regard the frost and the boughs
Of the pine-trees crusted with snow;
And have been cold a long time
To behold the junipers shagged with ice,
The spruces rough in the distant glitter
Of the January sun; and not to think
Of any misery in the sound of the wind,
In the sound of a few leaves,
Which is the sound of the land
Full of the same wind
That is blowing in the same bare place
For the listener, who listens in the snow,
And, nothing himself, beholds
Nothing that is not there and the nothing that is.
(Wallace Stevens)
*
Bom dia!
--------------------------------------------------------------------------------
10.1.06
15:43 (JPP)
ENFADO?
Cresce nos blogues e nos jornais, o enfado enorme que atravessa os comentários sobre estas eleições. Resta saber se haveria o mesmo enfado se não fosse esperado que Cavaco as ganhasse. Mas este enfado gigantesco é mais uma vez a medida da superficialidade com que as eleições presidenciais são observadas, e a tendência para repetir por ciclos os lugares comuns que se tornam dominantes. Pack journalism no seu pior.
E no entanto... estas eleições são muito mais interessantes do que parecem, muito mais importantes do que se imagina. Elas mexem fundo no sistema político-partidário, nos partidos, nos grupos dentro dos partidos, nas personalidades. Muita coisa vai começar, alguma está a acabar de forma inesperada. Muitas perguntas permanecem por responder. Por que razão Cavaco chegou, viu e vai vencer? Não é tão evidente como parece. Por que razão Soares não gerou o efeito que claramente esperava (e muitos comentadores com ele) e passou de "pai da pátria a mau da fita"? Que fazem Sócrates, Marques Mendes, Portas, nesta fita? Que futuro para cada um deles numa ecologia "cavaquista" na Presidência? Por que razão a esquerda se fragmentou e não conseguiu somar os seus eleitorados como lhe era prometido nos primeiros dias da campanha (bem sei que é arqueologia, mas convém perceber como as razões de legitimação “técnicas” das candidaturas eram débeis)? Por que razão não se conseguiu instituir o dilema esquerda / direita nestas eleições, como de algum modo já acontecera de forma menos evidente nas legislativas, e parecia dominar a política portuguesa desde o fim de Guterres? Como conviverá o Primero-Ministro, o Governo e o PS, cada um ao seu modo, com um presidente com forte legitimidade política, em particular se for eleito à primeira volta?
Tanta coisa por definir depois de 22 de Janeiro, que só os desatentos podem estar enfadados. Ou aqueles para quem a política tem interesse quando ganham e perde-o quando perdem.
Posted by: citação do "abrupto" | janeiro 12, 2006 12:07 PM
O SITE ESTÁ A EVOLUIR BEM.
Saul
Posted by: Saul Figueira | janeiro 12, 2006 10:52 PM
O site está bem visto mas os autores estão a evoluir pouco nos seus posts diários.
Posted by: Saul | janeiro 12, 2006 11:40 PM
mete ká onde comentar o abrupto ó minha
Posted by: morcego | janeiro 13, 2006 04:28 AM
É tempo de o povo proclamar que não aceita mais este Procurador e esta Justiça que não dá confiança. Mude-se tudo.Estes espaços da internet são importantes para a intervenção cidadã.
Posted by: Leonor Gouveia | janeiro 13, 2006 07:40 PM
Estou a visitar vosso site acompanhando a recommendaçao elogiosa que ouço na rádio portuguesa na Alemanha.Concordo ser interesstante em assuntos mas registro que as rubricas são com falta de critério pois vejo a rubrica factual escondendo lá dentro temas muito bons para estudantes portugueses como a reportagem no local de nascimento de José Saramago ou o fado de Portugal mas na main page destacam uma não assim interessante reportagem de viagem na Madeira. Também registro que muitas vozsas rubricas como essa de factual não oferecem espaço para o comentário que os visitadores queirem fazer. Devem melhorar esse capítulo do vosso interessante site.
Posted by: Mesquita, Luís | janeiro 14, 2006 03:08 PM
Caro Luís, o site Wiki que visitou onde se encontra o trabalho final dos formandos do curso de iniciação ao jornalismo (F)actual, existe um separador na parte superior da página que diz “discussion”, pode deixar lá o seu comentário se carregar no botão que diz edit. Contudo aviso que no Wiki qualquer pessoa pode apagar o seu comentário, porque qualquer pessoa pode editar os comentários. Se tiver dificuldade siga este link:
http://grupos.com.pt/oi/o?title=Discuss%C3%A3o:%28f%29actual&action=edit
Espero que tenha ajudado! 1 Abraço!
Posted by: Hugo Almeida | janeiro 14, 2006 04:54 PM
Hugo Almeida, Muito Obrigado pelo esclarecimento que me deu. 1abraço!
Posted by: Mesquita, Luís(Alemanha) | janeiro 15, 2006 12:13 AM
O mordomo da administração do eng. Sócrates, Fernando Teixeira dos Santos, economista por fervor académico e ministro por ofício, veio em declarações seráficas contar aos indígenas que "em 2015 o fundo de estabilização financeira da Segurança Social deixará de ter dinheiro para pagar as reformas". Tal episódio público, assim patenteado pelo douto ministro, provocou uma ponderosa jericada na populaça lusa - na altura em recolhimento & consolo agradecido sobre a futura prosperidade cavaquista (que vem já a seguir ... evidentemente) - logo seguida de pânico. Não houve um só nativo que, piedosamente, não fizesse a sua genuflexão patriota. Por um momento, e no mais concorrido preito jamais feito aos vários ministros das Finanças do reyno, cidadãos exemplares, em remorso financeiro, desocuparam o enérgico debate das noviciadas contratações do Glorioso SLB, saíram em mansidão do putativo casamento de César Peixoto contra Isabel Figueira e desbastaram três poesias gnómicas de Manuel Alegre. Muito bem! O povo, como se sabe, é sereno.
Ébrios de informação presidencial, os indígenas seguiram imediatamente a desejada explicação do candidato Cavaco Silva sobre tão notável questão. Debalde! Como se sabe, a opiniosa protestação do futuro presidente é tarefa espinhosa de se sintetizar. As mazelas financeiras não pertencem ao seu universo presidencial. Na sua falta (a autoridade do senhor Silva, ao fim de 10 anos, tem agora outras sonoridades), os mestres de fé da cartilha liberal aguçaram as esferográficas. Não saiu nada. A tinta enrugou, de pasmo e vergonha. E lá correram os nossos liberais indígenas, apressados, de regresso à bicha cavaquista para o dia 22 de Janeiro. Entretanto a multidão obscura, em estratégia de sobrevivência ao pavoroso Socratismo, sopra impaciente. E evidentemente, os sindicatos, quais rouxinóis em primavera farta, ensaiam o conhecido "no pasa nada". Vaticínio espantoso. Um must.
Posted by: joao ratao | janeiro 15, 2006 02:08 PM
O que neste momento surge como estimulante e interessante não é prospectivar as manobras que o próximo senhor presidente da República irá ensaiar com o fito de suscitar o bom governo da pátria, mas, ao invés, perceber as artes pelas quais o senhor primeiro-ministro conseguirá remeter o chefe de Estado, em caso de desmando coreográfico, à sua condição convencional e ornamental - leia-se: constitucional. Porque a garraida circense, essa, desgraça, parece que é certa e para continuar. Até ao fim. Da paciência.
Posted by: joao ratao | janeiro 15, 2006 02:11 PM
Gostava de ver aqui um inquérito sobre qual é o candidato presidencial preferido dos utilizadores da Folha do Tejo. Eu sou Alegre.
Posted by: Anabela | janeiro 17, 2006 10:58 AM
ESCREVEM AQUI SOBRE O PACHECO PEREIRA E EU GOSTAVA QUE ELE FOSSE O PRESIDENTE COM A MANUELA FERREIRA LEITE COMO VICE, O SÓCRATES COMO 1º MINISTRO E O MARCELO COMO PROCURADOR DA REPÚBLICA.
Posted by: SAUL | janeiro 17, 2006 11:05 AM
Eu sou Cavaco e desejo o António Borges a chefe do governo.
Posted by: Fernando Ferreira | janeiro 17, 2006 11:31 AM
Eu sou Manuel Alegre!!!
Posted by: Silvia | janeiro 17, 2006 11:32 AM
Eu não quero nenhum dos 6 que querem ser. Vou votar num da esquerda, ainda não sei em qual de 4.
Posted by: joao ratao | janeiro 17, 2006 11:55 AM
Eu antes kero o Soares para m ver livre de todos estes. Se fôr o Soares o máximo k ele fica é 5 anos pk depois estará a modos k alzheimer. E daki a 5 anos nem o Cavaco nem o Alegre terão cara para voltar e terá de vir outra gente mas nem Durão nem Guterres. Se calhar o Santana para presidente até dá. Ou uma mulher como a Elisa Ferreira ou a Leonor Beleza.
Posted by: Cláudio Sabino | janeiro 17, 2006 12:38 PM
O professor CAVACO SILVAvai ganhar até para não deixar que o Sócrates se enrole com o aparelho do ps
Posted by: Gonçalo ("Ni") | janeiro 17, 2006 12:47 PM
Cavaco por 10 anos!
Posted by: Ramiro Sousa (França) | janeiro 17, 2006 12:59 PM
Voto em branco e chamem o Saramago
Posted by: Anonymous | janeiro 17, 2006 01:09 PM
Eu dou o voto ao Louçã sabendo que ele nã ganha. Mas se houver segunda volta voto Alegre ou Soares para ganhar!
Posted by: Mesquita | janeiro 17, 2006 01:43 PM
Um presidente que fale como o Alegre, simpático como o Jerónimo, sério como o Cavaco, vivido como o Soares e teso como o Garcia. Mas sem o sacristão.
Posted by: Sara | janeiro 17, 2006 02:35 PM
Presidente há só um o Vieira e mais nenhum. O glorioso SLB é uma nação.Vamos a Portugal para ver o Liverpool ser comido às postas. Cozido à portuguesa.
Posted by: portuguses na Alemanha | janeiro 17, 2006 02:42 PM
Olhem, o melhor deve ser por a Fátima Felgueiras a presidente, o Isaltino a primeiro ministro, o Valentim na justiça, o VAle e Azevedo nas finanças e o Pinto da Costa nos Negócios Internos
Posted by: flying dutchman | janeiro 17, 2006 02:51 PM
Isto podia ser um inquérito sério.
Posted by: Anabela | janeiro 17, 2006 02:56 PM
Não se chega a esta página nem pelo Sapo de Portugal nem pelo yahoo.fr nem pelo wanadoo.fr só dá pelo Google. PORQUE^?
Posted by: sheila | janeiro 17, 2006 03:01 PM
Anúncio do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Fisco vai penhorar contas, salários e créditos dos contribuintes com dívidas
Posted by: Anonymous | janeiro 17, 2006 03:13 PM
Cobrem lá aos galifões que não pagam.
Eu também ainda não sei em quem votar. Apetece-me votar noutro mas não sei qual. Olha, Clinton.
Posted by: Elvis | janeiro 17, 2006 07:34 PM
Me, não sabe. Os que podem ganhar não me interessam. Votava no Marcelo Rebelo de Sousa.
Posted by: Sérgio Dias | janeiro 17, 2006 08:48 PM
é preciso k n haja falta de comparencia
Posted by: Anonymous | janeiro 17, 2006 09:05 PM
Este site está cada vez melhor. Felicito a abertura da caixa de voto. Venho cá umas 4 vezes ao dia.
Posted by: carlos j arsenio | janeiro 18, 2006 09:56 AM
Os resultados da sondagem Folha do Tejo oferecem material para reflexão. O grande impacto do voto em branco reflecte a grande insatisfação - de quem? Presume-se que os habitantes deste planeta Folha do Tejo sejam a geralção do futuro. Dá para análise social e política.
Posted by: Anabela | janeiro 18, 2006 02:45 PM
O voto em branco tb é voto! é um voto contra a comida que nos querem tentar impor!
Posted by: Filipe Silva | janeiro 18, 2006 03:16 PM
Devia haver um debate sobre a vontade dos que que v~eem na Folha do Tejo um porta voz. Nós somos o futuro e queremos outra gente e outra geração de leaders. Em Setembro na Alemanha as sondagens diziam que Angela Merkel ganhava com mais de 10% de avanço depois foi à tangentinha. Mobilizem-se em Portugal para votar em novo.
Posted by: Edgar Português | janeiro 18, 2006 07:40 PM
Por favor não deixem de votar nas Presidênciais. Mesmo que estejam baralhadinhos (como eu), que os candidatos pareçam demasiados (como a mim me parecem), que chovam cântaros dos céus, ou que faça um sol de Janeiro desgraçado. Estas eleições parecem nada mas simbolicamente são muito.
Posted by: Anabela | janeiro 19, 2006 12:48 AM